domingo, 5 de junho de 2016

TAL MÃE, TAL FILHA


Hoje vamos falar sobre a tendência Mãe e Filha de se vestir. Esta tendência me deixa em cima do muro, as vezes gosto dela e outras acho bizarra. Pra tudo existe um limite e bom gosto, acho que não se deve tirar a personalidade de uma criança, insentivando-a vestir-se como um adulto. Navegando nos mares da internet encontrei algumas coisas interessantes e outras nem tanto. Vamos lá...

Vocês sabiam que essa tendência apareceu lá pelos meados de 1940? Sim, isso mesmo, aqui estão alguns exemplos:



Claro, esta tendência se estende a trajes de banho de mãe e filha. Existem lojas que oferecem uma coleção inteira. Na verdade, durante a minha navegação encontrei até coleções de roupas de banho da família inteira. Eu acho que essa é uma ótima maneira de encontrar sua família em uma praia lotada.

Particularmente, cheguei a uma conclusão: Gosto muito dessa tendência quando ela é voltada para fotografia. Navegue pelas fotos e me diga, de que forma você gosta dessa tendência? ou me diga,  porque você não gosta?


E para reflexão, deixo uma de minhas passagens favoritas sobre as crianças por Khalil Gibran:

Fala-nos das Crianças.

E ele respondeu:
Os vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da Vida que anseia por si mesma.
Eles vêm através de vós, mas não de vós.
E embora estejam convosco não vos pertencem.
Podeis dar-lhes o vosso amor, mas não os vossos pensamentos, pois eles têm os seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar os seus corpos, mas não as suas almas, pois as suas almas vivem na casa do amanhã, que vós não podereis visitar, nem em sonhos.
Podereis tentar ser como eles, mas não tenteis torná-los como vós, pois a vida não anda para trás nem se detém no ontem.
Vós sois os arcos de onde os vossos filhos, quais flechas vivas, serão lançados.
O arqueiro vê o sinal no caminho do infinito e Ele com o Seu poder, faz com que as Suas flechas partam rápidas e cheguem longe.
Que a vossa inflexão na mão do Arqueiro seja para a alegria, pois assim como Ele ama a flecha que voa, também ama o arco que se mantém estável.

Trecho do livro O Profeta, de Khalil Gibran